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"Saúde na Hora" reduz pela metade fluxo nas emergências dos hospitais

Foto: Pedro Ventura Ambulatórios atendem pacientes de menor risco BRASÍLIA (15/12/13) -  O fluxo nos prontos-socorros dos Hosp...

    "Saúde na Hora" reduz pela metade fluxo nas emergências dos hospitais
Foto: Pedro Ventura
Ambulatórios atendem pacientes de menor risco
BRASÍLIA (15/12/13) - O fluxo nos prontos-socorros dos Hospitais Regionais da Asa Norte, Ceilândia e Sobradinho foi reduzido em 50%, em comparação ao ano passado, com a utilização do programa "Saúde Na Hora". O objetivo do programa, que atendeu 38 mil pessoas em 2013, é implantar ambulatórios especializados em atendimentos a pacientes menos graves, classificados como "verdes" e "azuis".

A classificação de risco segue o Protocolo de Manchester, no qual os pacientes são separados por cores que indicam a intensidade do problema e o prazo médio para o atendimento. As cores são: vermelho, para atendimento imediato; laranja, que indica em média 10 minutos para o atendimento; amarelo, em média 60 minutos; verde, em média 120 minutos; e azul, 240 minutos.

No Hospital Regional de Sobradinho (HRS), por exemplo, o ambulatório funciona dentro do próprio hospital. Lá, os médicos da emergência atendem continuamente os pacientes com menor prioridade de atendimento. Em média, a sala atende 25 pessoas por dia.

No Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) o ambulatório de apoio fica no Centro de Saúde de Brasília nº 12 (CSB12), localizado na 208/408 Norte. Os pacientes que chegam ao Pronto-Socorro do HRAN e são marcados como "verdes" ou "azuis" são encaminhados ao CSB12 entre as 8h e 19h, nos dias úteis.

Para um dos chefes de equipe do HRAN, Dr. Márcio Braga, essa transferência dos casos menos graves para o CSB12 chega a derrubar pela metade o fluxo no Pronto-Socorro do hospital. "Isso nos ajuda a distribuir melhor o dia a dia dos médicos do PS daqui", afirmou.

Em Ceilândia, o centro de apoio é o CSB1, que fica ao lado do Hospital Regional da Ceilândia (HRC). Para a Dra. Lucimar Gonçalves, coordenadora do hospital, o apoio da unidade reflete na qualidade do serviço prestado ao paciente de maior prioridade. "Aqui nós também temos cerca de 50% de queda no fluxo do PS, o que é um enorme ganho para o hospital", disse Lucimar.

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